quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Minicurso 3: O historiador e a documentação colonial: experiências e tratos com fontes da capitania do Siará Grande – séculos XVII e XVIII

Minicurso 3

Identificação do(s) proponente(s)
Proponente 1:

Nome

Adson Rodrigo Silva Pinheiro

Currículo abreviado

Possui graduação em História pela Universidade Estadual do Ceará (2010). Tem experiência na área de História, com ênfase em História Colonial. Trabalha também na área de Patrimônio e Museus. Atualmente, é mestrando da Universidade Federal do Ceará com o tema da inquisição no Ceará. É membro do grupo de pesquisa História do Ceará Colonial: economia, memória e sociedade da UFC e do grupo Gênese Documental Arquivística da UFF.

E-mail



Proponente 2:

Nome

Maria Rakel Amancio Galdino

Currículo abreviado

Graduada em História pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú. Mestranda em História Social pela Universidade Federal do Ceará. Tem experiência na Área de História Colonial, com ênfase em estudos de gênero, escravidão e etnias, participa atualmente do grupo de pesquisa "Trabalhadores livres e escravos no Ceará: diferenças e identidades".

E-mail

rakelgaldino@yahoo.com.br


Apresentação da atividade (a proposta deverá ser elaborada para ser desenvolvida em 6 h, das quais 4 h em sala de aula e 2 h de leitura complementar)

Título

O historiador e a documentação colonial: experiências e tratos com fontes da capitania do Siará Grande – séculos XVII e XVIII

Ementa

Usos e maus usos dos arquivos. O Historiador e suas fontes. Fontes judiciárias. Fontes Paroquiais. Fontes Inquisitoriais. Fontes Cartoriais. Possibilidades de estudo sobre o período colonial do Siará Grande. Paleografia.



Objetivo geral
Apresentar as potencialidades dos documentos arquivísticos identificados e classificados referentes ao período colonial (século XVII e XVIII) para a pesquisa em História.

Objetivos específicos
- Discutir os documentos e sua preservação;
-Discutir a relação dos historiadores com as fontes arquivísticas;
-Tratar do trabalho metodológico com alguns tipos de documentos da Capitania do Siará Grande no período colonial;
- Divulgar e incentivar trabalhos que tratem o período colonial no Estado do Ceará.

Metodologia de trabalho
Aulas expositivas; debate de textos; oficina documental.

Público a que se destina a atividade
Interessados no trato com fontes coloniais.

Programação
1º Dia

O Historiador e suas fontes;
Princípios básicos de acesso aos arquivos;

2º Dia

Tipologia de documentos coloniais e o trabalho metodológico do historiador;
Noções básicas de paleografia;

Atividade Complementar

Visita exploratória ao arquivo público e o trato com documentos


Bibliografia básica de acordo com as normas da ABNT
ABREU, João Capistrano de. Capítulos de Historia Colonial: 1500-1800 & Os caminhos antigos e o povoamento do Brasil. 2 ed. Brasília: edunb,1998.
BRASIL. Ministério da Cultura. Catálogo de documentos manuscritos avulsos da Capitania do Ceará: 1618-1832 / organizador Gisafran Nazareno Mota Jucá. – Brasília: Ministério da Cultura; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará: Fundação Demócrito Rocha, 1999.
CARDOSO, Ciro Flamarion & VAINFAS, Ronaldo (Org.). Domínios da História. Ensaios de Teoria e Metodologia.- Rio de Janeiro: Campus, 1997.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro, RJ, Editora Nova Aguilar, S.A., 1977.
LEVI, Giovanni. A herança imaterial: trajetória de um exorcista no Piemonte do século XVII. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
MACEDO, Deoclécio. Notariado cearense: história dos cartórios no Ceará, 4v. Fortaleza: Expressão Gráfica, 1991.
PINTO, Luciana Suarez Galvão. O arraial de São Sebastião (Ribeirão Preto): A cafeicultura e as mutações da riqueza, 1849-1900. Projeto da tese (mestrado em História) USP. São Paulo, 2001. Disponível: Acessado em 12 jul. 2008, 18h.
SAMARA, Eni de Mesquita, DIAS, Madalena Marques, BIVAR, Vanessa dos Santos Bodstein. Paleografia e fontes do período colonial brasileiro. Estudos Cedhal -nova série – n.11, FFLCH/USP, São Paulo: Ed. Humanitas, 2005.
SAMARA, Eni de Mesquita. A família brasileira. 2 ed. São Paulo: Brasiliense.
SAMARA, Eni de Mesquita, TUPY, Ismênia S. Silveira T.. História & Documento e metodologia. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
SOUSA, Simone (coord.). História do Ceará, Fortaleza: Fundação Demócrito Rocha, 1994.
VIEIRA JR., Antonio Otaviano. Entre paredes e bacamartes: história da família no sertão (1780-1850). Fortaleza: Ed. Demócrito Rocha; São Paulo: Hucitec, 2004.
BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. São Paulo:T.A. Queiroz, 1991. 198p.
CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BELLOTTO, Heloisa Liberalli. ASSOCIAÇÃO DE ARQUIVISTAS BRASILEIROS. Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros - Núcleo Regional de São Paulo, 1996. 142p.
SCHELLENBERG, T. R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. 5. ed Rio de Janeiro: FGV, 2005. 345 p.


Gráfica/copiadora onde estarão disponíveis os textos
No bloco da Psicologia na xerox com o Gilberto

Recursos didáticos necessários
Datashow para os dias do minicurso

Minicurso 2: Práticas de leituras de documentos oitocentistas: acervos administrativos e eclesiásticos.


Minicurso 2

Identificação do(s) proponente(s)

Proponente 1:

Nome

Expedito Eloísio Ximenes

Currículo abreviado

Expedito Eloísio Ximenes é professor adjunto do curso de Letras da Universidade Estadual do Ceará. É especialista em Filologia pela PUC-Minas, mestre e doutor em Linguística pela UFC. Pesquisa documentos do Ceará colonial há mais de dez anos no APEC. Publicou o livro Autos de Querella e Denúncia...: Edição de Documentos Judiciais do Século XIX no Ceará para Estudos Filológicos. Fortaleza: ed. LCR, 2006. Coordena o grupo de pesquisa PRAETECE (Prática de Edição de Textos do Estado do Ceará). Coordena um projeto de pesquisa sobre os gêneros textuais que eram produzidos ou circulavam na administração colonial do Ceará. Participa do projeto Memória Colonial do Ceará que prepara a edição dos documentos do Arquivo Histórico Ultramarino relativos ao estado do Ceará. Tem ministrados vários cursos de extensão e oficinas sobre noções de Paleografia e Diplomática e leitura de documentos

E-mail



Proponente 2:

Nome

Maico Oliveira Xavier

Currículo abreviado

Maico Oliveira Xavier é Mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará – UFC, tendo defendido sua dissertação de mestrado, intitulada “Cabôcullos são os brancos”: dinâmicas das relações sócio-culturais dos índios do Termo da Vila Viçosa Real – Século XIX, no dia 7 de junho de 2010. Atualmente é doutorando em História pela mesma instituição, e vem desenvolvendo pesquisa sobre a situação dos “Índios na província do Ceará (1822-1889)”. Desde 2005 atua como pesquisador em diferentes acervos históricos do Ceará, tendo contato e analisando vários documentos administrativos e paroquiais, registros de suma importância para o estudo das populações pretéritas. Dentre os arquivos com os quais manteve e mantêm contato, destaca-se: o Arquivo da Cúria Diocesana de Tianguá – ACDT; Arquivo da Cúria Diocesana de Sobral – ACDS; Arquivo Público do Estado do Ceará; e, por último, Arquivo da Cúria Diocesana de Fortaleza – ACDF. Ademais, é membro do grupo de pesquisa PRAETECE (Prática de Edição de Textos do Estado do Ceará), com experiência e práticas de leituras de documentos setecentistas e oitocentistas, produzidos por representantes da Igreja Católica e administradores do Ceará.

E-mail

TÍTULO

Práticas de leituras de documentos oitocentistas: acervos administrativos e eclesiásticos.

EMENTA

Este minicurso busca dar conhecimento a respeito dos arquivos existentes no Ceará e do seu acervo documental. Fazendo apresentações, leituras e transcrições de documentos oitocentistas, produzidos por representantes da Igreja e administradores no Ceará. Buscaremos manter um diálogo aberto e construtivo com os participantes, dessa maneira, considerando as possibilidades de análises dos registros sob vários olhares e perspectivas, esperamos, portanto, contribuir para promover o desenvolvimento de novas pesquisas históricas.

OBJETIVO GERAL
Apresentar os principais acervos documentais cearenses e refletir sobre sua importância para o estudo de grupos e sujeitos sociais que ajudaram na constituição da história do Ceará oitocentista.


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1) Apresentar a documentação existente nos arquivos cearenses como essencial às pesquisas de estudiosos de diferentes áreas do conhecimento;
2) Fazer leitura conjunta visando facilitar a compreensão literal dos textos;
3) Oferecer fontes primárias para o estudo da história do Ceará no século XIX;
4) Refletir, através da análise de fontes político-administrativas e eclesiásticas, sobre as relações sociais envolvendo colonos, autoridades laicas, religiosos, índios, negros e seus descendentes.


METODOLOGIA DE TRABALHO
Nosso trabalho será desenvolvido da seguinte forma:
Primeiramente, disponibilizaremos aos participantes, via e-mail ou deixando em Xérox, textos de autores, historiadores e filólogos, que discutem sobre noções de paleografia e práticas de leituras de documentos coloniais e imperiais. Nesse momento, o recurso da internet será indispensável à comunicação entre os envolvidos no referido minicurso.
Num segundo momento, em sala de aula, a dinâmica consistirá em: apresentação dos arquivos cearenses; apresentação dos documentos por meio de data-show, leitura literal e conjunta dos textos; transcrição de alguns documentos.

PÚBLICO A QUE SE DESTINA A ATIVIDADE
Estudantes de história, letras e áreas afins.

PROGRAMAÇÃO
Primeiro dia:
1. Arrolar os arquivos que preservam fontes documentais do Ceará: Arquivo Público do Estado do Ceará (APEC); arquivos eclesiásticos das várias dioceses do Ceará; documentação dos cartórios cearenses; e documentos do Arquivo Histórico Ultramarino

  1. Algumas noções preliminares sobre o método paleográfico e normas de transcrição de documentos.

  1. Apresentação e leitura de documentos do APEC, Arquivo Histórico Ultramarino e arquivos eclesiásticos (Arquidiocese de Fortaleza e Diocese de Tianguá-Ce).


Segundo dia:

1. Leitura coletiva de alguns documentos dos arquivos e transcrição conservando as formas originais

  1. Apresentar a estrutura formal dos documentos. Cada gênero textual apresenta uma organização formal diferente, por exemplo, um requerimento, um bando, uma carta etc., têm estrutura diplomática diferente e a análise desta estrutura é muito importante para compreender o todo do texto.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA DE ACORDO COM AS NORMAS DA ABNT
ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A escrita no Brasil colônia: um guia para a leitura de documentos manuscritos. 2. ed. Recife: Massangana, 2003..
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4. ed. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2007.
______. Diplomática e tipologia documental em arquivos. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos Livro, 2008.
_____.Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documentos de arquivos. São Paulo: Arquivo do estado e imprensa oficial do estado, 2002.
BERWANGER, Ana Regina; LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e de Diplomática. 3. ed. Santa Maria: editora UFSM, 2008.
DÍAZ, Juan Carlos Galende. Los ciclos escriturários. In: TERRERO, Angel Riesco
(Org.). Introducción a la paleografia y la diplomática general. 2. ed. Madrid: Editorial GARCÍA, Elisa Ruiz. La escritura Humanística y los tipos gráficos derivados. In: TERRERO, Angel Riesco (Org.). Introducción a la paleografia y la diplomática general. 2. ed. Madrid: Editorial Síntesis, 2004.
Síntesis, 2004.
DICIONÁRIO BRASILEIRO de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. 2005. Disponível em: <http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=20>. Aces. em 05 de out. de 2007.
FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX.
3 ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2008.
HIGOUNET, Charles. História concisa da escrita. São Paulo: Parábola, 2003.
PIQUERAS, María Belén. Concepto, Método, Técnicas Y Fuentes de la Diplomátca. In. TERRENO, Àngel Riesco (Org.) Introducción a la Paleografía y la Diplomática General. 2a. ed. Madrid: Editoral Sintesis, 2004.
SÁNCHEZ, Carlos Sáez; GONZÁLEZ, Antonio Castillo. Paleografia e história de la cultura escrita: del signo a lo escrito. In: TERRERO, Angel Riesco. (Org.). Introducción a la paleografia y la diplomática general. 2. ed. Madrid: Editorial Síntesis, 2004.
SPINA, Segismundo. Introdução à edótica: crítica textual. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 1994.
SCHWARTZ, Stuart B. Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial. São Paulo: Editora Perspectiva, 1979
SALGADO, Graça. Fiscais e Meirinhos: a Administração no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. s.d.


Gráfica/copiadora onde estarão disponíveis os textos
Xerox da Psicologia (UFC)

Recursos didáticos necessários
Data-show e computador (imprescindíveis)


Outras informações
Alguns textos podem ser enviados diretamente para os alunos por meio de e-mails.

Minicurso 1: A literatura beat norte-americana: quando os drogados, homossexuais e vagabundos roubaram a cena)


Minicurso 1

Identificação do(s) proponente(s)
Proponente:

Nome

Ruben Maciel Franklin

Currículo abreviado


Graduado em História pela Universidade Federal do Ceará (UFC), instituição na qual esteve vinculado como bolsista - Programa de Educação Tutorial (PET), mestre em História social pela mesma universidade e, atualmente, doutorando em História Social – História Contemporânea - pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Tem experiência na área de História, com ênfase nos estudos sobre imigrantes e comércio no Ceará nas primeiras décadas do século XX. Igualmente, desenvolve pesquisa relacionada aos marxismos do século XX, onde se propõe a estudar a intelectualidade de esquerda pós-89.



Formação Acadêmica/Titulação

2011
Doutorado em História.
Universidade Federal Fluminense, UFF, Niteroi, Brasil
Título: (H)á história depois do Muro? A
New Left Review no pós-89
Orientador: Norberto Osvaldo Ferreras
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico 
2009 – 2011
Mestrado em História.
Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil
Título: "gallegos", "gombadres" e negócios: os imigrantes libaneses na Praça Mercantil da cidade de Fortaleza (1890 - 1930), Ano de obtenção: 2011
Orientador: Frederico de Castro Neves
Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico 
2004 – 2008
Graduação em História.
Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil
Bolsista do(a): Secretaria de Educação Superior (do Ministério da Educação e do Desporto) 
2003 - 2005
Graduação incompleto(a) em Geografia. Licenciatura Plena.
Universidade Estadual do Ceará, UECE, Fortaleza, Brasil
Ano de interrupção: 2005 









E-mail




Apresentação da atividade (a proposta deverá ser elaborada para ser desenvolvida em 6 h, das quais 4 h em sala de aula e 2 h de leitura complementar)

Título


A literatura beat norte-americana: quando os drogados, homossexuais e vagabundos roubaram a cena

Ementa

A Beat Generation foi uma expressão utilizada para designar um grupo de jovens norte-americanos (universitários, marginais, criminosos, “vagabundos”) cujo estilo de vida desregrado e/ou paixão pela literatura criou, durante a década de 1960, um movimento de crítica ao american way of life e ao formalismo acadêmico. Com destacada atenção para a descoberta do verdadeiro sentido da existência, os beats se mantinham atrelados a uma linguagem de conotação bíblica, entendendo que a profecia, a iluminação e a purificação do homem só eram alcançadas através de uma vida a margem da sociedade (corrupta e superficial). Tão logo, suas narrativas são retiradas de experiências pessoais de viagens através da América (EUA e México), onde os personagens são os tipos que mais lhes atraem: gente humilde, como donas-de-casa e camponeses; e aqueles considerados escórias sociais, como vadios, loucos, prostitutas, travestis, ladrões, criminosos, drogados e bêbados. Falava-se de uso de drogas e alucinógenos como forma de consciência, bem como da liberdade sexual e de transgressão social. A publicização desses ideais nos EUA de 1950 e 1960 trouxe repulsa da classe média americana e dos literatos da academia, os quais criticavam a linguagem “vulgar e baixa” e a falta de rigor literário dos beats. Características essas que fizeram da Beat Generation um movimento em muito ligado à onda Hippie (também foram chamados de Hipster) e precursor do punk.

Objetivo geral
Compreender a constituição da Geração beat, enquanto movimento de crítica social e literária, estudando aspectos internos e externos das principais obras publicadas pelos autores mais significativos do período: Jack Kerouac, Allen Ginsberg e William S. Burroughs.

Objetivos específicos
Aproximar os participantes do curso da literatura beat norte-americana.
Analisar o processo sócio-histórico que gestou a Beat Generation.
Compreender a crítica social da literatura beat através da cultura marginal e forma de escrita que experimentaram
Aludir, sempre que se mostre necessário, aos elos teóricos e metodológicos entre História e Literatura

Metodologia de trabalho
O mini-curso será trabalhado através de exposição oral, utilizando como recursos de comunicação fragmentos de livros, trechos de cartas trocadas entre os autores beats, fotografias, além de mapas que apresentarão as rotas das viagens desses escritores pelos EUA.

Público a que se destina a atividade
Alunos de Graduação (Letras, História, Sociologia).

Programação
09/11 – Apresentação do curso, da bibliográfica básica e conversação com os participantes; análise sócio-histórica da literatura beat, exposição das viagens e dos primeiros escritos.
10/11 – Leitura em grupo de fragmentos de cartas e de livros dos principais autores do período; demonstração das diferenças para com a literatura acadêmica e formalista; amostra de fotografias que relacionam o movimento beat ao hippie e ao punk.
11/11 – Leitura complementar.

Bibliografia básica de acordo com as normas da ABNT
BIVAR, Antonio. Jack Kerouac. O rei dos Beatniks. São Paulo: Brasiliense, 2004.
BURROUGHS, William S. Almoço Nu. São Paulo: Circulo do Livro, 1986 [1959].
______. Junky. Drogado. São Paulo: Brasiliense, 1977 [1953].
CASSADY, Neal. O primeiro terço. Porto Alegra: L&PM, 2007 [1971]
GINSBERG, Allen. O Uivo, Kaddish e outros poemas. Porto Alegre: L&PM, 2010 [1956].
KEROUAC, Jack. Visões de Cody. Porto Alegre: L&PM, 2009. [1952/1973]
______. On the Road: pé na estrada. Porto Alegre: L&PM, 2010 [1957].
______. Os Vagabundos Iluminados. Porto Alegre: L&PM, 2010 [1958].
HOLMES, J. C. A filosofia da geração beat. In: CORÇÃO, M. (Org). Geração beat – Antologia: São Paulo, Brasiliense. 1968. p. 15-29.
McNEIL, Legs; McCain, Gillian. Mate-me, por favor: Uma história sem censura do punk. Porto Alegre: L&PM, 2010. (vols. 1 e 2)
PEÇANHA, Dóris Lieth Nunes Peçanha. Movimento beat: rebeldia de uma geração. Rio de Janeiro: Vozes, 1988.
WILLER, Cláudio. Geração beat. Porto Alegre: L&PM, 2009.
WILLIAMS, Raymond. Marxismo e Literatura. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

Gráfica/copiadora onde estarão disponíveis os textos
Yellow Cópias

Recursos didáticos necessários
De responsabilidade pessoal; se possível disponibilizar xerox.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Caros colegas,

Já temos disponível a lista com os resumos aprovados para o GT 7 - Caminhos da escrita e leitura. Coordenado pela professora Dra. Adelaide Gonçalves.


Atenciosamente,

Comissão organizadora.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Reunião geral de Organização

Caros estudantes e professores,

Convocamos a todos para a reunião geral de organização do IX Seminário de Pesquisa do Departamento de História.

Data: 15/09/2011 (11h00)
Local: Auditório do Departamento de História


Atenciosamente,
Comissão organizadora.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dicas básicas para navegação no blog

O nosso blog está dividido em 6 páginas principais. Elas são visualizadas no menu acima e seus conteúdos são:


Comunicações de Pesquisa: veja o edital de chamada dos trabalhos e os resumos aprovados.  Inscrições encerradas. Período (18/07/11 a 08/08/11 * foi prorrogado até 19/08/11).


Minicursos Oficinas: Veja o edital e minicursos e oficinas aprovados. Inscrições encerradas. Período (02/09/11 a 15/09/11)


Ouvintes: Veja se sua inscrição foi aceita. Inscrições encerradas. Período (4 a 7 de outubro de 2011)


Grupos Temáticos: Conheça os GT's através de suas ementas. Aqui também estão disponíveis as listas com os resumos aprovados para as comunicações de pesquisa.

Programação: Veja o calendário de atividades do seminário, assim como seus horários e locais.



Atenciosamente,


Comissão de divulgação.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Abertas as inscrições para minicursos e oficinas!

O edital para inscrições de propostas de mini cursos e oficinas foi publicado hoje. Fique atento para o prazo de inscrição e para o correto preencimento do formulário.


Download - Edital completo, clique aqui.
Download - Formulário de inscrição, clique aqui.